22/08/2015

Frabizio Miliucci, opinião sobre O Arquipélago da Insónia

«Daqui a nada é manhã e não será manhã nunca». Com esta afirmação melancólica se encerra a obra de António Lobo Antunes, O Arquipélago da Insónia (Arcipelago dell’insonnia - Feltrinelli, 2013), vôo de dimensão variável sobre a vida de uma família proprietária de terras em Portugal, desde o avô aos netos. Três gerações que contam, num lúcido lirismo, a crueldade de vivências ligadas aos instintos primários e prevaricadores,

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